É actualmente o meu programa de televisão favorito, se não contarmos com os Simpsons.
Já toda a gente ouviu falar em como o Jamie Oliver anda a tentar a mudar as cantinas pela Inglaterra a fora, o que nós não sabemos é a merda de comida que é servida aos putos nas cantinas*, a resistência que eles têm em experimentar tudo o que não seja falsamente dourado por óleo vegetal a 200º, as lágrimas que lhes caem em catadupa ao verem pratos de salada ou caril de vegetais ou wraps de frango (pensar que pagamos nós 3 euros na Go Natural para comer um wrap). E também desconhecemos o facto de que é uma refeição gratuita para os alunos (ah os países desenvolvidos!) e que para muitos deles a única (supostamente) decente porque os pais não têm dinheiro.
*Twizzlers de peru (aqueles smiley faces tipo douradinho), douradinhos de peixe, salsichas, batata frita, pizzas e hambúrgueres - por vezes há ervilhas e bróculos demasiado cozidos.
O que nós não sabemos também é que as cozinheiras não sabem cozinhar, porque a única tarefa delas desde há muito tempo é pôr estas porcarias pré-cozinhadas em óleo quente ou em fornos.
O programa anda a acompanhar o Jamie Oliver e a adorável Nora (a cozinheira da escola que serviu de tubo de ensaio ao projecto) nesta odisseia, desde formação a cozinheiras (foi a tragédia, quase nenhuma sabia sequer cozer esparguete) a piscares de olhos a professores (para envolvê-los no projecto), passando por ensinar os miúdos a cozinhar, a desfrutar dos vários sabores e texturas dos pratos bem feitos e arriscar experimentar coisas novas.
Seis meses depois, é bom ver os miúdos da primeira escola a pedir esparguete vegetariano, sem choros, sem birras.
No próximo episódio, o Jamie Oliver vai ao 10 Downing Street com dois pratos possíveis : o actual e o que ele quer introduzir. E o bom é que não se foge ao orçamento ao oferecer coisas saudáveis às crianças.
(Na Sic Mulher.)
Já toda a gente ouviu falar em como o Jamie Oliver anda a tentar a mudar as cantinas pela Inglaterra a fora, o que nós não sabemos é a merda de comida que é servida aos putos nas cantinas*, a resistência que eles têm em experimentar tudo o que não seja falsamente dourado por óleo vegetal a 200º, as lágrimas que lhes caem em catadupa ao verem pratos de salada ou caril de vegetais ou wraps de frango (pensar que pagamos nós 3 euros na Go Natural para comer um wrap). E também desconhecemos o facto de que é uma refeição gratuita para os alunos (ah os países desenvolvidos!) e que para muitos deles a única (supostamente) decente porque os pais não têm dinheiro.
*Twizzlers de peru (aqueles smiley faces tipo douradinho), douradinhos de peixe, salsichas, batata frita, pizzas e hambúrgueres - por vezes há ervilhas e bróculos demasiado cozidos.
O que nós não sabemos também é que as cozinheiras não sabem cozinhar, porque a única tarefa delas desde há muito tempo é pôr estas porcarias pré-cozinhadas em óleo quente ou em fornos.
O programa anda a acompanhar o Jamie Oliver e a adorável Nora (a cozinheira da escola que serviu de tubo de ensaio ao projecto) nesta odisseia, desde formação a cozinheiras (foi a tragédia, quase nenhuma sabia sequer cozer esparguete) a piscares de olhos a professores (para envolvê-los no projecto), passando por ensinar os miúdos a cozinhar, a desfrutar dos vários sabores e texturas dos pratos bem feitos e arriscar experimentar coisas novas.
Seis meses depois, é bom ver os miúdos da primeira escola a pedir esparguete vegetariano, sem choros, sem birras.
No próximo episódio, o Jamie Oliver vai ao 10 Downing Street com dois pratos possíveis : o actual e o que ele quer introduzir. E o bom é que não se foge ao orçamento ao oferecer coisas saudáveis às crianças.
(Na Sic Mulher.)